A rotina de um técnico de controle de pragas muda a cada endereço. Em um mesmo dia ele pode atender uma cozinha industrial, um condomínio e um galpão, manusear produtos diferentes e acessar locais que pouca gente frequenta. Conhecer os riscos é o primeiro passo para organizar a prevenção.

Este artigo descreve os riscos mais citados na atividade. Ele é informativo: a avaliação dos riscos da sua operação e as medidas de controle devem ser definidas por um profissional de segurança do trabalho.

Exposição a produtos químicos

Preparo, diluição e aplicação de produtos fazem parte da maioria dos serviços. Os pontos de atenção incluem o contato com a pele e os olhos, a inalação durante a aplicação e o manuseio de embalagens, além do transporte dos produtos entre clientes.

Locais de acesso difícil

Parte do trabalho acontece onde as pragas estão, e não onde é confortável trabalhar:

  • Forros, sótãos e telhados.
  • Porões, galerias, caixas de inspeção e de gordura.
  • Áreas externas com vegetação, entulho ou pouca iluminação.
  • Depósitos com pilhas de materiais e pouca circulação.

Animais, ambiente e deslocamentos

O técnico pode encontrar animais peçonhentos, roedores e insetos durante a inspeção, trabalhar exposto a calor ou chuva em áreas externas e passar boa parte do dia no trânsito entre um cliente e outro.

Trabalho sozinho

Muitos atendimentos são feitos por um técnico só. Isso não aumenta a chance de um incidente, mas aumenta o tempo até alguém perceber que algo deu errado. Por isso, acompanhamento e um canal rápido de ajuda fazem parte da prevenção.

Checklist de prevenção na equipe de campo

  • Riscos de cada tipo de serviço avaliados por um profissional de SST.
  • Procedimentos para preparo, aplicação e transporte de produtos conhecidos pela equipe.
  • EPIs definidos para cada atividade e entrega registrada.
  • Treinamentos dos técnicos em dia.
  • Forma combinada de avisar início e fim dos atendimentos.
  • Canal de emergência conhecido por todos.

Como o Safety Check pode ajudar

O Safety Check não substitui a avaliação de riscos, mas ajuda a colocar a prevenção em prática no dia a dia da equipe.

  • Check-in, check-out e botão de emergência pelo celular.
  • Alertas quando um check-in não é feito ou a atividade passa do tempo previsto.
  • Fichas de EPI, treinamentos e exames no prontuário de cada técnico.
  • Status de vencimento de cada documento.

Perguntas frequentes

Quais EPIs um técnico de controle de pragas deve usar?

Depende do produto, do método de aplicação e do local. A definição deve considerar a avaliação de riscos feita por um profissional de SST e as orientações dos fabricantes dos produtos.

Como reduzir os riscos de quem atende sozinho?

Com procedimentos claros, treinamento, acompanhamento da atividade (check-in e check-out) e um canal de emergência que avise os responsáveis rapidamente.

Conteúdo informativo. Não substitui a orientação de profissionais de segurança do trabalho nem a análise das obrigações legais da sua empresa.